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Assistência Médica Universal

A universalização do direito à saúde é uma das conquistas do governo Sarney. Até então, apenas os trabalhadores que contribuíam para a Previdência Social tinham direito a atendimento na rede de saúde. Quem não contribuía com a previdência era atendido em hospitais filantrópicos.

Ao longo da década de 80, a previdência passou por sucessivas mudanças com universalização progressiva do atendimento. Um grande marco para a universalização da saúde aconteceu em março de 1986, com a abertura, pelo presidente Sarney, da 8ª Conferência Nacional de Saúde. A conferência resultou na implantação do Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS).

A preocupação do governo em universalizar a saúde era proteger a todos e não apenas os trabalhadores que possuíam uma boa base organizacional e grande capacidade de mobilização.

Além da criação do SUS, em 1989, o presidente José Sarney por meio da CEME, Central de Medicamentos, lançou o programa Farmácia Básica em todo o Brasil. Este programa tinha como objetivo a distribuição de medicamentos de uso ambulatorial para pacientes carentes. A CEME, criada em 1978, foi transferida para o Ministério da Saúde em 1985. Durante o governo Sarney, foram construídas e equipadas 22 centrais de medicamentos, além de uma grande Central de Distribuição em Brasília. A farmácia Básica chegou a 50 milhões de pessoas e virou referência para vários governos subsequentes.

Tudo pelo Social

José Sarney fez de seu governo uma busca pela melhoria das condições sociais da população. Naquela época, só os trabalhadores com carteira assinada tinham direito a atendimento nos hospitais públicos, Sarney decidiu mudar essa regra e propôs a universalização dos serviços de saúde. Para proteger os trabalhadores, foi criado o seguro desemprego. Outra garantia assegurada em lei, foi a impenhorabilidade da casa própria. O slogan Tudo pelo Social foi o espírito das ações de governo. Em relação a economia, Sarney lembra que buscou soluções não ortodoxas.

 

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