Educação

O plano de governo visou à implantação de condições de infra-estrutura e a realização de investimentos sociais que possibilitaram ao Maranhão a grande arrancada de desenvolvimento, atingindo as áreas da administração pública, de energia e transporte, educação e saúde, fomento pecuário e industrialização.

A educação era terrivelmente precária. Não chegavam a 30% das crianças em idade escolar que freqüentavam escola. Não havia escolas ou professores. Não havia tempo para construí-las e formá-las pelos métodos tradicionais.

Um projeto revolucionário, o João de Barro, simboliza o que se fez: em cada vila, em cada arraial, uma escola montada da maneira mais simples, no espaço disponível, tendo professoras recrutadas na comunidade. O ritmo era de uma escola a cada dia.
Por todo o estado, também, espalharam-se os ginásios, acabando o longo período em que os meninos precisavam se deslocar a umas poucas cidades para cursar o segundo grau.

Instalou-se, além disto, a Universidade Federal do Maranhão, e preparou-se o caminho para a Universidade Estadual do Maranhão. Começou-se pela Escola de Administração Pública do Maranhão, essencial para a ampla reforma da máquina do executivo com que se dava partida ao Novo Maranhão, e em seguida as faculdades de Engenharia, Comunicação, Agronomia e Educação.

 

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