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Luta contra Getúlio – Prisão

José Sarney teve aí o seu primeiro ensaio de liderança. Vencedor de duas campanhas eleitorais, presidiu o Centro Liceísta em 1945 e 1946.

O povo brasileiro, até então silencioso e domado pela ditadura Vargas, sai às ruas para protestar contra o torpedeamento de navios brasileiros pelos alemães e pedir declaração de guerra ao nazifascismo. A ideologia dividia a opinião: de um lado os partidários dos estados fortes, de direita e esquerda, integralismo e comunismo; do outro o liberalismo democrático. No Brasil afirmava-se, como uma quarta via, a esquerda democrática, que, aliada com os liberais, criou o primeiro partido de resistência à ditadura, a União Democrática Nacional, a UDN.

Na faculdade de direito, José Sarney torna-se dirigente da União Maranhense dos Estudantes — UME, e representante da União Nacional dos Estudantes, a UNE. Nesta condição participa de encontros nacionais e torna-se amigo de Paulo Egydio Martins, Roberto Gusmão, Álvaro Americano e Célio Borja.

ABAIXO A DITADURA

A época de estudante de José Sarney foi de muito engajamento político. Sarney conta que, ainda muito jovem, foi preso durante o governo de Getúlio Vargas. Junto com outros amigos, foi preso por alguns dias, por não concordar com a ditadura.

 

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