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Correção de informações improcedentes veiculadas no jornal O Estado de S. Paulo

Com referência à matéria hoje (29/04) publicada com destaque no jornal O Estado de São Paulo (1ª página e página 4), sob o título ‘Senador que preside Conselho de Ética assinou atos secretos”, a Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado Federal gostaria de mais uma vez esclarecer algumas informações improcedentes nela contidas:

1. Não foi O Estado de São Paulo que ‘revelou’ a existência dos chamados ‘atos secretos’. A revelação da existência de atos não publicados consta da página 8 do primeiro relatório da Fundação Getúlio Vargas, contratada pelo Senado Federal, e divulgado à imprensa em 12 de maio de 2009, portanto quase um mês antes da matéria publicada no referido jornal (datada de 10 de junho do mesmo ano).

2. Quanto à informação contida na mesma matéria, de que “durante o escândalo, José Sarney decidiu não anular as decisões aprovadas pela Mesa Diretora sob a alegação de que não tinha poder para isso”, é simplesmente falsa. O repórter não teria incorrido em erro se tivesse lido as duas cartas dirigidas por esta Secretaria a seu jornal (mas não publicadas), datadas dos dias 17 de agosto e 23 de outubro de 2009, em que entre outros esclarecimentos, reiterava a informação já divulgada à imprensa em 13 de julho de 2009, dando conta da anulação, pelo Presidente do Senado, dos 663 atos não publicados.

3. Vale observar que dos 663 atos não publicados identificados, somente nove haviam sido assinados pelo Senador José Sarney, dois como presidente da Casa, e outros sete em conjunto com a Mesa Diretora. Nenhum dos atos tratava de nomeação e exoneração de qualquer pessoa.

 

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