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Sarney diz adeus a Gabriel Garcia Márquez

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Gabriel García Márquez sempre escreveu sobre a morte e a velhice. Elas dominam Cem Anos de Solidão, seu livro mais popular, e O Amor nos Tempos do Cólera, aquele que achava mais importante — e eu concordo com ele. Familiar da morte, ela o alcança.
Gabo, como o chamavam os amigos e admiradores, construiu sua obra na esteira de precursores, como Gallegos, com Doña Bárbara, José Eustáquio Rivera, com La Vorágine, Juan Rulfo, com Pedro Páramo. Na Comala de Rulfo já está em gestação a Macondo de Gabo.
Tornamo-nos amigos ao participarmos de dois encontros das Nações Unidas, um do Comitê Ecológico para a América Latina e Caribe e outro o Conselho Internacional para as Comemorações dos 500 anos da Descoberta da América, em Caracas.
Depois de tempos sem nos vermos recebi um exemplar da edição comemorativa dos seus 80 anos com uma dedicatória “con un abrazo del amigo”.
Assim, quero homenagear o extraordinário escritor, dos maiores de nosso tempo, e o amigo generoso, caro ao meu coração.

 

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